À Heloisa Dallanhol porque além de supervisora de estágio, foste professora, companheira de trabalho e acima de tudo amiga.
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domingo, 25 de novembro de 2012
Agradecimentos
À Heloisa Dallanhol porque além de supervisora de estágio, foste professora, companheira de trabalho e acima de tudo amiga.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Nem um, nem outro
domingo, 26 de agosto de 2012
Fantasmas
terça-feira, 1 de maio de 2012
Não importa
Sim, elas tendem a fazer isso. Talvez porque eu espero muito delas. Talvez, porque eu me doe muito para elas.
Não importa se eu acordei às 5h45min do dia mais frio, até o momento, do ano. E mesmo não querendo, levantei e fui trabalhar. Ok, chegar atrasado é uma dádiva minha e quem corrobora para isso são as empresas de transporte coletivo dessa Capital.
A imagem acima é do google imagens.
terça-feira, 21 de junho de 2011
E Quando...
Será que foi magia ou bruxaria...Não que eu tenha fé nessas coisas, mas, como já as pratiquei de maneira inofensiva, sei que existem.
E quando isso aconteceu e por que aconteceu?
Ah, doces perguntas que nunca serão respondidas...
Por que ainda me machuco, por que ainda rememoro cinzas adormecidas. Ah, os famosos porquês da vida...
Por que magoar, mentir, fingir, querer, poder, brincar, ignorar, amar... E por fim se machucar.
Senti na pele o feito há anos atrás, porém, com uma dor ainda maior. A lei tríplice em doses cavalares e não homeopáticas entaladas na garganta que segura o vômito do abalo.
Sinceridade para quê? Alguém pode tentar me explicar. O que é ser correto, ético e os blá blá blá?
Talvez no dia em que acabar o rancor, a inveja, o escuro mórbido, as preocupações, o medo...
Talvez ai... Nesse dia... Tudo volte a ser como antes... Qual antes? Qual durante? Qual depois?
Minhas sinceras e amargas desculpas... Amado doce pensamento imundo...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Hey, Papai Noel. A Culpa nem sempre é da Tecnologia
A moda, já há um bom tempo, é culpar os meios de comunicação, principalmente a programação da televisão, pela alienação e perdas de valores da população brasileira, sejam eles éticos ou culturais. Será mesmo? Creio que não.Foi-se o tempo das rodas de conversas e das boas horas perdidas com as prosas, no centro da cidade, que tinham os mais diversos assuntos. Sim, o tempo mudou, e a vida cotidiana se acelerou. E para retornar a este passado, não tão longínquo, é literalmente preciso de um apagão.
Atualmente, uma boa parcela da população não conhece seus próprios vizinhos e os diálogos com os ditos amigos são, na maioria das vezes, virtuais. A contemporaneidade nos faz isso, as tecnologias ajudam, porém, não são culpadas ou as causadoras de todo mal. São apenas companheiras que devem ser usadas com parcimônia.
Oh, doce saudosismo, do olho no olho, das discussões e das risadas recíprocas vivenciadas lado a lado. Saudade de ser criança, de poder correr descalço pela rua e de ser chamado pelo nome por todos os vizinhos do bairro. É verdade, meu caríssimo e respeitado poeta, Casimiro de Abreu, também sinto falta da aurora da minha vida, da minha infância querida, que os anos não trazem mais! E olha que não sou tão ancião assim. Dizem que é a modernidade.
O tempo não para, já dizia o “poeta”. E talvez, trocar o presente de natal por certo programa de televisão, não seja alienação ou imposição de determinado meio de comunicação. E sim, uma transformação, em que se apaga o fator religioso e aflora o científico. No qual os antigos símbolos são deixados de lado para dar espaço a novos. E aquelas longas conversas noturnas das soleiras das portas ficam apenas na doce lembrança dos que puderam aproveitar e vivenciar essa prática e dos futuros estudiosos que desejam registrar um comportamento que, cada vez mais, ficará adormecido.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Uma Senhora Sombra Centenária
Gigante pela própria natureza, ela é bela, é forte e emana muita beleza.
Conhecida por todos os moradores da ilha, dos mais novos aos idosos, também lembrada por aqueles que só vieram visitar a dita “Ilha da Magia”. Os visitantes em forma supersticiosa dão três voltinhas ao redor dela, isso para que possam assim, retornar à capital Catarinense.
Sua data de nascimento é imprecisa, pesquisadores dizem que é o ano de 1871, porém, vive em seu habitual endereço, a Praça XV de novembro, desde 1891. A partir de então alegra e encanta todos aqueles que passam por ela.
Seu nome científico é Fícus Carica, porém, e conhecida popularmente como Figueira, e carinhosamente chamada de centenária.
Com seus longos braços cansados, hoje, sustentados por hastes de metal, ela faz uma adorável sombra para os amantes da boa leitura, os jogadores de cartas e dominó e até mesmo para aqueles que estão matando o tempo antes de seus afazeres tradicionais.
A sensação de tranqüilidade que a centenária Figueira transmite, em meio ao caos de uma cidade grande, já foi utilizada para complementar poemas, sambas enredo e até mesmo o chamado hino de Florianópolis, a canção “Rancho de Amor à Ilha”, que em belas palavras cita: “ilha da velha Figueira, onde em tarde fagueira vou ler meu jornal”.
Não é jornal, mas sim, um livro que a estudante de direito, Lucélia dos Santos Inácio, lê em um dos bancos da tradicional Praça XV, para ela a paz das sombras da Figueira é inspiração para o entendimento das leis que a estudante tenta decorar para a prova que se aproxima.
Sentada sem pressa, a auxiliar administrativa, Viviane Aparecida Viera, diz que o verdadeiro cartão postal da ilha é a nossa Figueira, Viviane mora apenas cinco anos na capital dos catarinenses e sempre que pode se rende aos encantos da velha centenária e pára para admirar sua beleza.
Não importa quem, quando e por que, mas, com seu doce balanço ela encanta e seduz quem a conhece. Essa é a gigante Figueira centenária da Praça XV de novembro.

